Tuesday, July 04, 2006

última gota de porra

Uma gota d`água lhe escorria pelos seios. Enquanto conversavam, ela brincava meio desengonçada com uma garrafa de água, dessas de esportista. Estava vazia, aparentemente. Mas ela teimava em enfiar aquele bico dosador na boca. Com uma certa malícia que até hoje eu não sei se fui eu que vi ou se foi ela que não quis esconder. Mas que olhava meio marota com aquele bico cravado entre os dentes olhava. E tanto fez que uma maldita gota não me cai decote adentro, escorrendo devagar pelo contorno dos seios?. Escorre decote adentro por aquela pele macia. Lembro que tinha alguns pelinhos douradinhos bem fininhos. Pude ver. Mais lembrar que ver. Na verdade devo ter imaginado, mas não importa. Aquele maldito pingo d’água... Maldita gota que não me deixava tirar os olhos e a idéia daquela blusa leve que usava. Parecia confortável, mas a verdade é que fica gostosa com a porra daquela blusa molinha e meio transparente. Dava vontade de tirar, erguer só pra ver o que tinha embaixo. E ela não usava sutiã mesmo, nunca. Com aquela blusa boa de arrancar fora e sem sutiã e um pingo d’água. Que vontade de puxar pelo quadril e arrancar tudo fora. Pra ver onde aquela maldita gotinha tinha se escondido. O estrago que teria feito, molhando tudo por ali. O pior era o colo molhado. Não conseguia ouvir uma palavra do que dizia. Sei que falava algo que me parecia importante. Mas queria mesmo era lamber aquele trilho de água retido pelo dourado dos pelinhos. E ela olhava de canto apertando os olhos claros. Brilhavam contra a luz. Ela era sensual. Ainda.

Difícil concentrar. E ela falava, mas se sentia meio desconfortável porque ficou um pouco constrangida, sim. Um pouco atrapalhada. Se pudesse ou se tivesse algo pra derrubar além do pingo d’água teria derrubado. Mas talvez pensasse em algo, como que numa lembrança... Lembrasse talvez ...– e gostasse talvez de aquela gota de água tivesse teimado em pingar, de propósito ou não, só pra me provocar. Ela percebesse que estava desconcertado. Porra. Maldito Caralho. Era só água. Água e pele! Pele que eu já até conhecia bem. Mas que pele macia era aquela. Mesmo conhecendo bem aquela pela branquinha... putz cheira bem pra cacete. Cacete. Mas lembro bem do gosto daquela pele e olho o tecido leve da blusa se esfregando nos peitos e o risco d’água convidando. Ela continuava falando. Meio que se insinuava com o olhar apertado. Eu respondia. Respondia qualquer coisa, nem sei bem se fazia sentido. Mas ela não reclamou então devia fazer algum. Não sabia bem se saia correndo dali ou se ficava. Queria ficar e só observar o seu vai e vem gostoso, dançando de uma perna para a outra enquanto falava. Apesar do seu aparente constrangimento assanhado, fiquei.

Era uma sem-vergonha mesmo. Percebeu meu constrangimento e ficou se fazendo e chegando perto sem me tocar. O suficiente pra sentir o cheiro daquela vaca de pele macia. Vaca. Parecia que falava e ficava lembrando do dia em que comi ela de quatro. E que apertava aquela bunda boa, redonda, e ela gemia e sussurrava. Molhada que ficava. Nunca vi aquilo. Me lambuzava inteiro. Gozava apertando aqueles peitos. E eles ficam agora se esfregando nessa maldita blusa soltinha. Ai não posso ficar olhando – ela ta fazendo uma pergunta. Responde qualquer coisa logo, porra! Gozava enquanto ela apertava meu pau com a buceta molhada. Putz... e ainda dava pra ver pela blusa o contorno do bico do seio, ali. Vaca. Que tesão, porra. Odeio ficar com o pau duro desse jeito e agora não tem o que fazer. Nem xingar gostoso no ouvidinho dela hehe. Bem que ela gosta.

Ela continua ali, gesticulando, sensual, meio que se chacoalhando lento de lá pra cá com a maldita garrafa na boca. Parece que ela não sabe... bem que gostava quando enfiava o pau naquela bunda com força. Gostava de me ver gozar. Mas gostava mesmo de engolir a minha porra. Agora aquela maldita gota ali pedindo pra eu lamber enquanto ela mete aquela porra de garrafa na goela. Queria era meter outra coisa nessa goela. Gota d’água, gota de porra.

0 Comments:

Post a Comment

<< Home