Tuesday, July 04, 2006

aniversário

Acordou. Estava em casa - ufa... mas, espere! pensava ainda zonza e com um pouco de dor de cabeça. estou vestida. maquiada. bem, pelo menos sem meia calça e sem calcinha riu um pouquinho só consigo mesma porque a cabeça doía e a garganta lhe apertava. era sede. suspira. se dá conta: não está só. ooopa. não alguém ali do lado ronronava algo que era nao era um ronco e mais parecia alívio.

e agora, pensava...

será que olho para o lado? Não. melhor ficar aqui. quieta. a sede sufocava. a garganta seca. a saliva grossa. o mundo pesava sobre a cabeça, o ombro, o corpo todo. a buceta meio úmida meio ressecada. putz. vai confere - ufa! não, não era porra. era você mesmo. caralho. que medo de olhar pro lado. que merda que não lembro de nada

suspiro ... relaxa

aos poucos as cenas vão voltando como um flash back. ainda meio dormindo meio acordada sonolenta. naquele momento em que nem se está acordado nem se está dormindo. em você já percebe o pau duro mas a sensação ainda não foi embora da porra do sonho.

é. lembrava.

ontem. festa de casamento. não o meu graças. lembrava da cena grotesca da mãe do noivo apresentado para todos os homens solteiros num raio de 5 quilômetros de distância. lembrava do vinho e do chato mais bonito do mundo que jurou que ia me ensinar hoje a beber wisky. bem, nao que precisasse, mas pra te agüentar meu querido, de boquinha aberta, só comm uiot wisky.

lembrava da fuga. entre um suspiro e um ronrono ao lado. de repente um braço apertando a cintura e uma bela encoxada. pois é. sei lá bem quem estava nu. o que parecia bom pois o membro já acordado não parecia sentir muito os efeitos da ressaca.

... esperava a reação ao lado. puta que pariu. ...

...

nada. ufa. ainda se refazendo.

lembrava das tartarugas nomeio do caminho e pensou no maldito wisky. e lembroudo pneu furado. que mancada.

lembrou rápido a boate em foi parar com o moço dos belos olhos azuis mas mais broxante que pau meio mole meio duro. ahhh e da tentativa de ensinar a beber wisky. olha que foi bastante wisky .

e que teve vontade de mijar. e que foi ao banheiro e no meio do caminho tinha topado com uma ficura de olhos dor de mel, um pouco esverdeado. ele olhou. ela olhou. tropeçou. foi mijar.

pensou enquanto mijava -nossa. Eu dava e dava gostoso.

voltou do banheiro. retocar a maquiagem? pra que queria mesmo era atracar a boca daquele desconhecido ali, parado, que olhava.

com ou sem wisky e melhor não entrar no mérito da questão foi. olhou nos olhos e não falou muito. mordeu aquele beiço ali mesmo. sem querer saber muito. como o moço, muito respeitável, insistisse, disse nome ouviu também. mas conversa tola. não me interessa o que você pensa nem o que é no momento, pensou. mas enfim, pro - forma. vamos lá. contou falou perguntou. andava e se balança veio tropeçando meio perdendo o equilibio mas se movia sensual. o vestido era bonito mesmo. decote, justo desenhava o corpo. a bedonda se ajustava pelas pernas na saia que ia justa até quase o joelho . decote vasto tecido leve. sutià? não marca. melhor aproveitar agora meus peitos ainda são duros. firmes o vestido envolvo. e além de que dá um tesão sentir a seda roçando nos seios. os bicos já bem duros, marcados. enfim, pro forma falava. pensava mesmo era naquela boca e naqueles braços ali que iam se bobeando pela cintura, pelo quadril arriscava a bunda. Discreto. Os olhos já fixos entre os peitos e a boca. Ela então falava e se mexia. Tropeçava e rebolava. Bebia um pouco. Beijava. Se esfregava no corpo daquele homem que apertava a cintura e as costas pra tentar atravessar o vestido. Ela fala então bem no ouvido – sua carona foi embora. Ele responde. Parece que me deixou. Você está de carro?

Sim. Mas putz. O pneu furou. Caralho. E agora? Ele perguntou. Ela não deu muito tempo a ele. Beijou fundo. Corpo seio língua seio seio esfregava a buceta que se enroscava no pau duro pelo vestido – táxi?

Lembrou. Chegou em casa subiu as escadas rebolava sentia mão sentia beijo parava erguia vestido.

Abriu a porta e arrancou a camiseta branca que vestia. Viu um peito forte. Definido. Lindo. Sentiu vontade de tocar de beijar e foi tocando. Foi beijando sentia as mãos fortes escorrendo pelas costas, contornado na cintura descendo pelo quadril chegando na bunda. apertando enquanto enfiava a língua na boca e mordia com força os lábios e cada vez com mais força quando ouvia um gemido de tesão da moça que fazia hummm e sentia que uma mão descia por entre as pernas e rasgava aquela meia enquanto a outra subia pela cintura e passava pela barrica, pelo osso períneo. Parava por ali. Brincava, apertava com força com o corpo de modo que a levantava do chão e arrastava para alguma superfície qualquer que pudesse apoiar aquele corpo pequeno e suado. Gemia.

Encontrou uma calcinha. Ela tinha um lacinho do lado parou riu um pouquinho – bem pouquinho enquanto tirava o lacinho, devagar. Bem devagar. Parecia que sentia pena daquele laço ou que tinha visto a moça saracotear o dia todo de biquíni pra lá e pra cá com um lacinho que teimava em não se desatar. Tirava aquilo e enfiava a mão na buceta, depilada, quase sem pelo, só um pouquinho. Molhada enquanto sentia que uma mão feminina escorria pra dentro das calcas e encontrava o ali o pau, duro, úmido, as veias a força do pau na mão ouvia os gemidos. Gostava de sentir a respiração ofegante, de ouvir os gemidos baixinhos. Sentia cada vez mais tesão quando senti, uma mão entrando na buceta, brincando com o clitóris. Tremia a cada toque. Sentia a cada toque que iria explodir de tesão e pegava com mais vontade naquele pau duro, gostoso úmido pra ela ali, só pra ela – pelo menos naquele momento. Foda-se se você se chama joão, pedro josé. Alexandre. Simplesmente foda-se e me come agora e com força. Isso passou pela cabeça dela num instante enquanto ele virou ela contra o braço do sofá e apertou a bunda com força, abriu as pernas dela com os joelhos e agarrou os seios com força, empurrando o quadril contra a superfície fofa do móvel. Metia nela devagar mas com força. Ela sentia aquele pau entrando na buceta molhada. Duro enquanto as mãos apertavam os peritos e o quadril era esmagado no braço do sofá até ela sentir as bolas baterem no clitóris ahhhhhhhh

Gemia. Não agüentava de tesão. Ele segurava forte o quadril e o peito e pressionava e metia e sentia aquela buceta quentinha enquanto falava no ouvido dela você é a vadia mais gostosa que eu já comi e puxava o quadril ao mesmo tempo em que metia com força e puxava os peitos babando pelas costas nuas e suadas. Metia com força cada vez com mais força mas sempre devagar, no mesmo ritmo até falar no ouvido dela goza piranha goza no meu pau que eu vou te esporrar toda. Ela gozava com força enquanto ele falava. Ele sentia aquela pressão no pau a buceta molhada e mais molhada e gozava. Ofegavam. Respiravam. Assim meio assim bêbados e tropeçando sem esperar muito e procurando uma superfície confortável para se jogarem, encontram o quarto, se jogam na cama e dormem.

Até aquele momento ela lembrava. Ela acorda. Olha pro lado. Vê um rosto bonito. Uma tatuagem no quadril: tempus fugit. De fato. Levanta vai até a geladeira pega suco e ouve um: bom dia. Oferece suco. E ouve: me de os parabéns. Pergunta: por quê? Ele diz: hoje é meu aniversário. Faço 30 anos.

Esbugalha.

Volta a dormir – caralho! Surreal?

última gota de porra

Uma gota d`água lhe escorria pelos seios. Enquanto conversavam, ela brincava meio desengonçada com uma garrafa de água, dessas de esportista. Estava vazia, aparentemente. Mas ela teimava em enfiar aquele bico dosador na boca. Com uma certa malícia que até hoje eu não sei se fui eu que vi ou se foi ela que não quis esconder. Mas que olhava meio marota com aquele bico cravado entre os dentes olhava. E tanto fez que uma maldita gota não me cai decote adentro, escorrendo devagar pelo contorno dos seios?. Escorre decote adentro por aquela pele macia. Lembro que tinha alguns pelinhos douradinhos bem fininhos. Pude ver. Mais lembrar que ver. Na verdade devo ter imaginado, mas não importa. Aquele maldito pingo d’água... Maldita gota que não me deixava tirar os olhos e a idéia daquela blusa leve que usava. Parecia confortável, mas a verdade é que fica gostosa com a porra daquela blusa molinha e meio transparente. Dava vontade de tirar, erguer só pra ver o que tinha embaixo. E ela não usava sutiã mesmo, nunca. Com aquela blusa boa de arrancar fora e sem sutiã e um pingo d’água. Que vontade de puxar pelo quadril e arrancar tudo fora. Pra ver onde aquela maldita gotinha tinha se escondido. O estrago que teria feito, molhando tudo por ali. O pior era o colo molhado. Não conseguia ouvir uma palavra do que dizia. Sei que falava algo que me parecia importante. Mas queria mesmo era lamber aquele trilho de água retido pelo dourado dos pelinhos. E ela olhava de canto apertando os olhos claros. Brilhavam contra a luz. Ela era sensual. Ainda.

Difícil concentrar. E ela falava, mas se sentia meio desconfortável porque ficou um pouco constrangida, sim. Um pouco atrapalhada. Se pudesse ou se tivesse algo pra derrubar além do pingo d’água teria derrubado. Mas talvez pensasse em algo, como que numa lembrança... Lembrasse talvez ...– e gostasse talvez de aquela gota de água tivesse teimado em pingar, de propósito ou não, só pra me provocar. Ela percebesse que estava desconcertado. Porra. Maldito Caralho. Era só água. Água e pele! Pele que eu já até conhecia bem. Mas que pele macia era aquela. Mesmo conhecendo bem aquela pela branquinha... putz cheira bem pra cacete. Cacete. Mas lembro bem do gosto daquela pele e olho o tecido leve da blusa se esfregando nos peitos e o risco d’água convidando. Ela continuava falando. Meio que se insinuava com o olhar apertado. Eu respondia. Respondia qualquer coisa, nem sei bem se fazia sentido. Mas ela não reclamou então devia fazer algum. Não sabia bem se saia correndo dali ou se ficava. Queria ficar e só observar o seu vai e vem gostoso, dançando de uma perna para a outra enquanto falava. Apesar do seu aparente constrangimento assanhado, fiquei.

Era uma sem-vergonha mesmo. Percebeu meu constrangimento e ficou se fazendo e chegando perto sem me tocar. O suficiente pra sentir o cheiro daquela vaca de pele macia. Vaca. Parecia que falava e ficava lembrando do dia em que comi ela de quatro. E que apertava aquela bunda boa, redonda, e ela gemia e sussurrava. Molhada que ficava. Nunca vi aquilo. Me lambuzava inteiro. Gozava apertando aqueles peitos. E eles ficam agora se esfregando nessa maldita blusa soltinha. Ai não posso ficar olhando – ela ta fazendo uma pergunta. Responde qualquer coisa logo, porra! Gozava enquanto ela apertava meu pau com a buceta molhada. Putz... e ainda dava pra ver pela blusa o contorno do bico do seio, ali. Vaca. Que tesão, porra. Odeio ficar com o pau duro desse jeito e agora não tem o que fazer. Nem xingar gostoso no ouvidinho dela hehe. Bem que ela gosta.

Ela continua ali, gesticulando, sensual, meio que se chacoalhando lento de lá pra cá com a maldita garrafa na boca. Parece que ela não sabe... bem que gostava quando enfiava o pau naquela bunda com força. Gostava de me ver gozar. Mas gostava mesmo de engolir a minha porra. Agora aquela maldita gota ali pedindo pra eu lamber enquanto ela mete aquela porra de garrafa na goela. Queria era meter outra coisa nessa goela. Gota d’água, gota de porra.